Hoje começa tudo outra vez, mas não começou da melhor maneira. A piscina onde treinei toda a época passada foi a mais recente vítima da situação em que vivemos e fechou as suas portas ao público. Logo no primeiro dia, já tenho que andar a fazer ginástica para conseguir cumprir os dois treinos programados. Mas nem tudo é mau. Já este sábado, temos a bonita S. Silvetre que irá servir de avaliação ao estado de forma actual da minha corrida e de referência de tempos para a programação dos próximos treinos. Até lá.
Monday, December 26, 2011
Época 2012
Hoje começa tudo outra vez, mas não começou da melhor maneira. A piscina onde treinei toda a época passada foi a mais recente vítima da situação em que vivemos e fechou as suas portas ao público. Logo no primeiro dia, já tenho que andar a fazer ginástica para conseguir cumprir os dois treinos programados. Mas nem tudo é mau. Já este sábado, temos a bonita S. Silvetre que irá servir de avaliação ao estado de forma actual da minha corrida e de referência de tempos para a programação dos próximos treinos. Até lá.
Monday, December 12, 2011
Tróia-Sagres

Mesmo com a data deste treino a calhar apenas 6 dias após a Maratona de Lisboa, não hesitei em participar. Não queria perder a oportunidade de conhecer os meus novos colegas de equipa, antes das provas começarem. Claro que tinha consciência das dificuldades que ia ter pela frente. As pernas iam estar doridas da maratona, o corpo não ia estar suficientemente descansado e para além disso, há quase dois meses que praticamente não pedalava. Mas mesmo assim, lá estava eu às 8h da manhã em Tróia, pronto para me fazer à estrada.
Os primeiros 75km não deixaram dúvidas. O ritmo ia ser alto, os músculos das pernas estavam duros que nem tijolos e eu ia ter dificuldades. Mas sempre que o corpo queria ceder, a cabeça não deixava. Nem a cabeça, nem os meus novos colegas. Na primeira vez que me deixei ficar 50 metros para trás do grupo, apareceu logo um colega (Joel, acho eu, que ainda nem sei os nomes de todos) com palavras de incentivo "Força Pedro, é só este mais este topo". O Sica tentava pôr-me a par das dificuldades que estavam pela frente para me ir preparando psicologicamente e nas últimas dificuldades do dia, já no Algarve, até contei com uma mãozinha nas costas dos irmãos Neves. Como eles diziam, "partimos todos juntos, chegamos todos juntos". Resultado: forma 200km em 6h37m com média de 30km/h. O corpo ficou moído, mas a alma está revigorada.
Não tenho dúvidas que o grupo é fantástico, quer em termos desportivos quer no ambiente entre todos. E eu estou muito contente por fazer parte.
Monday, December 5, 2011
Maratona de Lisboa

Tuesday, October 18, 2011
O esforço compensa
Friday, October 14, 2011
Porquê?
Monday, October 10, 2011
Num só dia

Num só dia, este senhor juntou-se ao reduzido grupo de super atletas que venceram por 3 vezes o título mundial de Ironman, bateu o record da prova que já durava há 15 anos, tornou-se no mais velho atleta a vencer o título e no único a fazer a dobradinha no mesmo ano: campeão do mundo de Half Ironman e Ironman. Tudo isto num só dia, ou melhor: em 8h03m56s.
Reportagem para ler aqui.
Friday, October 7, 2011
É já Amanhã
Trata-se da final do Campeonato do Mundo de Ironman no Hawaii. Uma oportunidade única de ver os melhores triatletas de longa distância a competir, incluindo o nosso Sérgio Marques. São horas inspiradores que acendem a chama competitiva de todos aqueles que, como eu, gostam deste desporto.
A não perder: a última hora da prova, onde muitos atletas amadores lutam contra eles próprios em situações extremas de sofrimento e agonia para cruzar a meta dentro do tempo limite. Há 2 anos uma mulher que caminhava em passo lento, já de noite, disse para a câmara "It looks like death but this is living". Palavras muito sábias!
Para ver aqui.
Tuesday, October 4, 2011
Fim de Época

Tuesday, September 27, 2011
FINAL CAMPEONATO TRIATLO 2011
Monday, September 19, 2011
Estreias

Tuesday, August 30, 2011
TriChamusca
Um dos mantras mais famosos entre a comunidade Ironman é "o maior adversário que vais encontrar és tu próprio". Talvez por isso, não me incomode muito o facto de não ter equipa e de treinar sempre sozinho. Sou triatleta há 2 anos e este tem sido o meu dia-a-dia.
Este fim-de-semana tudo mudou. Numa iniciativa particular e única, lá fui treinar juntamente com 3 dezenas de triatletas de todos os pontos do país e de todos os níveis atléticos. E se treinar sozinho até pode dar alguma força psicológica, não há nada que supere esta experiência. Falar com outros atletas, ouvir as suas histórias, aprender com quem sabe mais, é sem dúvida muito inspirador.
Venha de lá esse TriChamusca2012.
Wednesday, August 3, 2011
Triatletas
Estamos em Agosto e aqui para os meus lados todas as piscinas fecham para limpeza e reparação técnica. Ainda assim, corro a lista de piscinas com telefonemas para tentar arranjar maneira de cumprir o meu treino. Levanto-me mais cedo, meto-me no carro e lá vou eu para o outro lado da cidade. Chego lá e encontro o cartaz colado na porta ainda fechada "novo horário: das 9h-19h". Ligo para outra que me diz que preciso primeiro de marcar um teste com o professor, outra diz que tenho que ser sócio e pagar a inscrição. Mesmo assim não desisto. Só me resta a hora de almoço para dar umas braçadas. É apertado de tempo entre deslocações, equipar, tomar banho e almoçar (porque triatleta precisa de se alimentar) mas um treino de 45 minutos é melhor que nada. Quando finalmente entro na água, sinto o meu ombro direito a arder. É o coloro a entranhar-se nas queimaduras da minha queda de bike no treino de domingo passado. O relógio está a andar e tenho 15x100m para fazer.
Talvez fosse isto que o tal treinador queria dizer com "determinados".
Monday, July 25, 2011
Regresso
O Triatlo de Abrantes ficou marcado pelo regresso na super Vanessa, no dia em que eu também regressei às provas. Mas vamos despachar o meu regresso para irmos ao que interessa.
O meu: depois de um mês sem correr, devido à lesão contraída na prova de Peniche no pé esquerdo, lá voltei ao Triatlos. Uma paragem devido a lesão que aproveitei para juntar a umas férias em família, onde apenas pedalei e nadei para fazer “manutenção”. Depois, lá comecei a correr aos poucos e bem devagarinho. Os treinos, só começaram na segunda-feira anterior a Abrantes e por isso mesmo, não fui para a prova com grandes expectativas. Apenas aproveitar o ambiente e fazer o melhor possível. Senti-me claramente fora de forma e na corrida ainda decidi ir com calma para evitar recaídas no dito pé. Surpresa das surpresas, tirei 2 minutos ao meu tempo final do ano passado.
O da Vanessa: estava eu a preparar as minhas coisas para efectuar o check-in, quando oiço uma voz dizer “vem aí a Vanessa, pode abrir a cancela?”. Na altura, não prestei atenção, mas instantes depois reparei que quem estava a falar era o sr. Venceslau Fernandes que segurava um quadro de uma bike. Instantes depois, Vanessa Fernandes chegava ao recinto da prova e durante o dia perceberam-se claramente dois momentos distintos: o antes e o depois da prova. Antes, todos olhavam de longe e comentavam baixinho “come será que ela está?”, “achas que está em forma?”, “será que está recuperada?”, “cá para mim ainda ganha isto!”, enquanto a própria Vanessa timidamente se preparava sempre de olhos no chão para evitar demasiadas conversas. Aqueles, mais próximos da atleta lá foram dar um beijinho, mas passou quase despercebida até à linha de partida. Quando a prova começou, tudo mudou. Das margens do rio e das estradas, o público não se cansou de gritar “força Vanessa”, “vai Vanessa”, “acredita Vanessa”. E ela foi mesmo para a vitória na prova. No fim, todos queriam dar um beijinho, deixar uma palavra de incentivo e tirar uma foto. Aquilo que num dia qualquer teria sido uma enorme chatice, foi uma grande alegria que a sua cara não conseguia esconder por ter sido tão bem recebida pela família do triatlo. Força Vanessa!
Tuesday, June 28, 2011
Half Season
O planeado encontrou-se à esquina com o acaso. No início da época quando o eu-treinador, planeou a época do eu-atleta, incluiu 4 semanas de recuperação. Tratavam-se de 4 semanas de férias com a família a aproveitar os feriados e mesmo a calhar para descansar do meu primeiro triatlo longo que depois acabaram por ser dois (Lisboa e Aveiro). Até aqui tudo certo.
Mas 2 dias depois da prova de Aveiro, uma dor na superfície do pé esquerdo não antecipava nada de bom. Confesso que na altura, não levei a dita dor muito a sério. Para quem nunca tinha passado da distância sprint, fazer dois triatlos longos num mês, seria de esperar que doesse tudo e não apenas o pé.
Só que ainda antes da paragem planeada, havia o triatlo de Peniche para fazer. Devo afirmar que correu muito bem, mesmo com o cansaço acumulado. Mas horas depois de cruzar a meta, a dor voltou e com mais força. E para minha surpresa, o pé estava mesmo inchado.
Marquei o ortopedista, fiz gelo e parti para férias. As más notícias eram que a consulta só para 4 semanas depois e o inchaço não parecia desaparecer. As boas notícias era que não tinha dores em cima da bicicleta.
Forçado pelo acaso, tive que parar de correr e motivado pelo planeado, mantive as minhas 4 semanas de descanso. Um descanso activo, claro está, que consistia em treinar sem plano de treinos, sem repetições, sem duração definida nem horários. Fazer apenas aquilo que me apetecia. Destas 4 semanas, aqui ficam os treinos que me souberam melhor.
Natação na baía da Praia da Vitória, na Ilha Terceira.
Natação ao pôr do sol no rio Tejo em Abrantes.
Subida à Torre a partir de Manteigas com passagem no deslumbrante vale glaciar do Zêzere.
Recuperado, amanhã volto aos treinos.
Monday, May 30, 2011
S. Jacinto antes e depois
Antes
Antes do Triatlo Longo de S. Jacinto, sentia-me completamente sonolento, fraco, sem energia e muito pouco confiante em relação ao objectivo para o dia: melhorar em relação a Lisboa.
Há vários dias que me sentia assim. Cheguei a ir à farmácia medir a tensão arterial de tão fraco que andava. Não tendo o resultado mostrado nada de anormal, comecei seriamente a considerar que o treino efectuado entre o Triatlo Longo de Lisboa e o de S. Jacinto não tinha sido o mais apropriado. Talvez tenha exigido de mais e agora era vez de pagar a factura do cansaço acumulado.
Para ajudar à festa: esqueci-me de levar o meu Isostar e só dei por isso no hotel, na véspera à noite, o adaptador do C02 avariou, as barras energéticas que costumo utilizar estavam esgotadas e tive que comprar outras, não encontrei nenhum restaurante que me servisse um prato de massa e acordei a meio da noite (na véspera da prova) com um desarranjo no estômago.
Depois
Depois de cruzar a linha de meta, não podia estar mais contente. Apesar de ter apanhado muito mais confusão de braços e pernas do que em Lisboa, saí da água com um melhor tempo.
A transição foi rápida e o início do ciclismo foi feito a bom ritmo com vento a favor. O que custava era o regresso. Entretanto, lá chegou a hora de comer a minha primeira barra energética e após duas dentadas já estava com problemas intestinais. Passei para o plano B e levei a prova alimentado a geles e água.
Este segmento foi feito numa bela estrada com a ria de um lado cheia de pescadores e a mata do outro com os assadores a carvão que chegava a dar inveja. A única nota negativa desta prova, vai para a quantidade de carros que por lá andava no meio dos ciclistas.
Nos primeiros metros de corrida, deu-se o momento chave do meu dia. Comecei a sentir um atleta aproximar-se com uma passada mais viva que a minha. Era o Pedro Quintela que levava já uma volta de avanço. No momento da ultrapassagem, pensei “o ideal para mim, era conseguir ir com ele”, mas uma outra voz ecoou na minha cabeça “aqui não há roda para seguires e se não fores ao teu ritmo vais rebentar”. Mas enquanto ponderava a decisão a tomar, tentei seguir alguns metros só para ver como me sentia. Passaram 20, 50, 100, 500, uma volta e eu continuava confortável com aquela passada. No fim da segunda volta, ele perguntou-me “em que volta vamos?” e eu respondi “eu estou a terminar a segunda e tu a terceira” e ele olhou para trás e disse “então bora lá manter este ritmo para ver se eu ganho os veteranos”. E assim foi, o Pedro Quintela venceu os Veteranos e eu ganhei 8 minutos em relação a Lisboa.
Monday, May 2, 2011
Missão Cumprida em 5 horas 1 minuto e 5375 Likes

Dizem que uma viagem de duas semanas dura aproximadamente dois meses. Começa um mês antes com os preparativos e só termina umas semanas depois com as fotografias e as histórias para contar. Assim se passou comigo no Triatlo Longo de Lisboa.
Quando decidi inscrever-me nesta prova, aconselharam-me cautela, uma vez que saltei directamente da distancia Sprint para a distância Longa sem passar pela Olímpica.
E como se este desafio pessoal não fosse suficiente, decidi torná-lo maior e fazê-lo para angariar fundos para a Operação Nariz Vermelho. Montei o projecto e fui apresentá-lo à Compal que de imediato disse “sim, queremos participar”. Três semanas antes da prova lancei no Facebook a página “Os meus 113km pelo Nariz Vermelho”. Por cada Like/Gosto angariado, a Compal doava 1 EUR. Eu só tinha que chegar ao fim. Em apenas 48 horas já tínhamos atingido os 2000 e a responsabilidade começava a aumentar.
Às 8 horas da manhã do dia 30 de Abril, as minhas verdadeiras preocupações eram tudo aquilo que me fugia do controlo: os murros e pontapés perdidos na natação, a chuva que podia provocar quedas e as possíveis avarias na bicicleta. Desse lá por onde desse, eu tinha que chegar ao fim.
Surpreendentemente, a natação correu muito bem e sem problemas. 35 minutos depois da buzina da partida, saí da água em direcção à bicicleta. Começaram a cair as primeira pingas e os primeiras atletas. Muito concentrado, lá fui pedalando, hidratando e alimentado o corpo. Sem quedas, sem furos ou avarias lá cheguei de novo à transição. Na minha cabeça ecoava a frase “Já está!”. Só faltava correr que é o que mais gosto de fazer, o que podia correr mal? Mas à segunda volta da corrida, senti uma quebra como nunca tinha sentido. Não era cansaço, não me doíam as pernas, não sentia o coração a saltar-me da boca... apenas não conseguia manter o ritmo. Instintivamente decidi desatar a comer e beber tudo o que apanhava e surpresa das surpresa, voltei à minha passada nas duas últimas voltas.
Terminei o meu primeiro triatlo longo com a sensação de dever cumprido. À minha espera na linha de meta estavam dois Drs. Palhaços da Operação Nariz Vermelho que fizeram questão de estarem presentes para assinalar o momento: 5horas 1 minuto e 5375 Likes.
Tuesday, April 19, 2011
Prova de Preparação
Quando planeei esta época, estabeleci dois grandes objectivos: Half Ironman de Lisboa e Maratona do Porto. Quando se ouviu em Coimbra o sinal de partida para mais um triatlo Sprint, estava muito claro na minha cabeça, qual o meu propósito naquele dia. Claro que queremos sempre fazer o melhor possível, claro que queremos melhorar os nossos tempos, claro que queremos evoluir, mas a tão pouco tempo do primeiro objectivo da época optei por tomar algumas precauções. Quando me inscrevi em Coimbra, foi para ganhar ritmo, para testar todo o equipamento que vou utilizar no Half de Lisboa, incluindo fato e bike (novos a estrear) e para fazer mais um treino de natação em grupo, uma vez que nos meus treinos nado sempre sozinho. E para além disto tinha que me manter longe de problemas que pudessem pôr em causa as últimas 2 semanas de preparação para a prova. Refiro-me a quedas na bicicleta, o que me levou a optar por rodar sempre fora dos grupos, e a entorses nos pés que me levaram a ter algum cuidado na corrida, por esta ser toda em piso de terra batida. Neste sentido, mais que no resultado, o Triatlo de Coimbra foi excelente para mim. Provavelmente, mesmo que não tomasse todas estas precauções, tinha feito o mesmo tempo. Para recordação, fica o tempo final: 1h16m (101º da geral)
Wednesday, April 6, 2011
Os Meus 113Km pelo Nariz Vermelho

Estou prestes a meter-me em trabalhos e preciso de uma pequena ajuda vossa.
No dia 30 de Abril vou participar no Half Ironman de Lisboa (1,9km natação/90km de ciclismo/ 21km de corrida). Para além do desafio pessoal, vou fazê-lo para angariar fundos para a Operação Nariz Vermelho, com a colaboração da Compal.
Por cada Like que eu tiver na página “Os Meus 113Km pelo Nariz Vermelho”, a Compal dá 1 EUR à ONV.
Eu só tenho que chegar ao fim. Vocês só têm que clicar. (1LIKE=1EUR)
Aqui está o link.
http://www.facebook.com/home.php#!/pages/Os-meus-113Km-pelo-Nariz-Vermelho/158943960832955
Por favor passem aos vosso amigos e até dia 30.
Tuesday, March 29, 2011
Mr. Armstrong

Lembram-se deste senhor? Chama-se Lance Armstrong, nos seus tempos de triatleta. Muitos têm sido os rumores que Mr. Armstrong voltará este ano aos triatlos e logo à mítica ilha de Kona para correr na final do campeonato do mundo de Ironman.
Uns dizem que só vai correr pela divulgação e angariação de fundos para a sua fundação, outros dizem que ele irá correr para vencer o seu age-group, outros afirmam que ele irá tentar vencer a prova e, muitos dizem que isso é impossível. Ele próprio ainda não fez uma declaração clara sobre o assunto. Mas ao que parece, o seu treinador de atletismo disso tudo, e de uma forma muito simples e concisa:
“He’s going into this seriously,” he said. “The way he talked about it, he said, ‘You need to be able to get me to run 2:30 when I’m fresh. If I can do that, I can run 2:50-2:55 [in an Ironman], and if I can do that, I’ll win.’” (artigo completo)
Há dois anos que sigo atenciosamente a prova pela internet. Ao que parece, motivos não faltam para acompanhar também este ano.
Monday, March 21, 2011
Triatlo de Alpiarça

Quem não gosta de melhorar? É verdade que não é atrás dos tempos que eu corro. Faço triatlo e desporto porque gosto, porque me faz sentir bem e, em breve, porque espero também ajudar os outros a sentirem-se melhor através da parceria com a Operação Nariz Vermelho. Mas a verdade é que o cronómetro está a contar e não há maneira de não olhar para ele quando cruzamos a meta.
Confesso que não tenho o espírito competitivo muito apurado. Talvez por não estar inserido em nenhuma equipa, por treinar sozinho, por não ter um treinador, etc.. Mas ainda assim, um ano depois de me ter iniciado na modalidade (precisamente em Alpiarça) chegar ao fim e ver que tirei 1 minuto ao tempo da natação, 3 minutos ao ciclismo e ver que subi na classificação deixa-me obviamente satisfeito. Afinal, quem não gosta de melhorar?
Para recordação ficam os tempos finais:
2010: 1h13m (o meu primeiro triatlo)
2011: 1h10m (um ano depois)
Friday, March 18, 2011
Vamos lá então
Após algumas reuniões, projectos, propostas e ideias cheguei a acordo com a Operação Nariz Vermelho. Este ano, irei correr para divulgar e tentar angariar fundos para esta organização privada que tem o trabalho nobre de levar todos os dias alguns sorrisos às crianças que estão hospitalizadas. Aquelas que em vez de andarem na rua, a brincarem com os amigos, a correrem, a andar de bicicleta ou nadarem como nós, têm que estar internadas a fazerem exames, a tomar comprimidos e a saltar de consulta em consulta.
Mas não estou só nesta cruzada: Nuno, Clara, Ricardo e Cláudia já alinharam também.
Como diz um blog amigo "Vamos lá então"
- Triatlo de Alpiarça
- Corrida do Benfica (Início da parceria Operação Nariz Vermelho)
- Triatlo da Quarteira
- Half Ironmam de Lisboa (Parceria Operação Nariz Vermelho)
Se ainda não conhecem o trabalho desta organização, cliquem aqui.
Boas provas para todos.
Monday, February 28, 2011
Corrida da árvore

Uma excelente ideia que faz esquecer as muitas dores que se acumulam nas pernas causadas pelo constante sobe e desce. Em 10km de prova, talvez haja cerca de mil metros planos. O resto é a sempre a moer os músculos.
Após alguns meses, apenas a treinar, esta foi a nossa primeira prova do ano que serviu especialmente para despertar o espírito competitivo e a motivação.
Não tarda nada, está aí o primeiro Triatlo da época.
Para recordação:
Pedro Vieira 41'54''
Nuno Pereira 50'
Clara Raimundo 1h01'31''
Thursday, January 20, 2011
Homens de Ferro
Tuesday, January 11, 2011
7h30
Monday, January 10, 2011
2011 Arranca Hoje
Monday, January 3, 2011
2010/2011
Em 2010 foi assim: fazer a minha primeira época de triatlo e correr a minha primeira maratona eram os objectivos. Pesquisei muito sobre estes assuntos, Li tudo o que apanhei à frente para aprender com aqueles que sabem mais que eu, treinei com todas as minhas forças e lá consegui cumprir os meus objectivos.
Para 2011, desejo pelo menos que seja igual em termos de realização desportiva. A pequena grande diferença é que os objectivos são outros e bem mais ambiciosos:
- Plano A:
Uma prova multi-desportos por equipas em Genebra
Maratona de Nova Iorque
- Como ambas as provas dependem de um sorteio, existe um Plano B:
HalfIronman de Lisboa
Maratona do Porto
Pelo meio, muitos triatlos e outras tantas corridas. Numa altura em que tudo e todos indicam que 2011 será um mau ano, desejo apenas que cada um faça a sua parte para provar o contrário.