Lembram-se deste senhor? Chama-se Lance Armstrong, nos seus tempos de triatleta. Muitos têm sido os rumores que Mr. Armstrong voltará este ano aos triatlos e logo à mítica ilha de Kona para correr na final do campeonato do mundo de Ironman.
Uns dizem que só vai correr pela divulgação e angariação de fundos para a sua fundação, outros dizem que ele irá correr para vencer o seu age-group, outros afirmam que ele irá tentar vencer a prova e, muitos dizem que isso é impossível. Ele próprio ainda não fez uma declaração clara sobre o assunto. Mas ao que parece, o seu treinador de atletismo disso tudo, e de uma forma muito simples e concisa:
“He’s going into this seriously,” he said. “The way he talked about it, he said, ‘You need to be able to get me to run 2:30 when I’m fresh. If I can do that, I can run 2:50-2:55 [in an Ironman], and if I can do that, I’ll win.’” (artigo completo)
Há dois anos que sigo atenciosamente a prova pela internet. Ao que parece, motivos não faltam para acompanhar também este ano.
Quem não gosta de melhorar? É verdade que não é atrás dos tempos que eu corro. Faço triatlo e desporto porque gosto, porque me faz sentir bem e, em breve, porque espero também ajudar os outros a sentirem-se melhor através da parceria com a Operação Nariz Vermelho. Mas a verdade é que o cronómetro está a contar e não há maneira de não olhar para ele quando cruzamos a meta.
Confesso que não tenho o espírito competitivo muito apurado. Talvez por não estar inserido em nenhuma equipa, por treinar sozinho, por não ter um treinador, etc.. Mas ainda assim, um ano depois de me ter iniciado na modalidade (precisamente em Alpiarça) chegar ao fim e ver que tirei 1 minuto ao tempo da natação, 3 minutos ao ciclismo e ver que subi na classificação deixa-me obviamente satisfeito. Afinal, quem não gosta de melhorar?
Para recordação ficam os tempos finais: 2010: 1h13m (o meu primeiro triatlo) 2011: 1h10m (um ano depois)
Depois de 4 meses de trabalho solitário, eis que a época 2011 vai começar. Digo "trabalho" em vez de "treino" porque foi isso mesmo que andei a fazer. Para além de traçar os objectivos para este ano, de fazer o plano de treinos e de treinar, decidi ainda tornar a minha prática desportiva mais relevante.
Após algumas reuniões, projectos, propostas e ideias cheguei a acordo com a Operação Nariz Vermelho. Este ano, irei correr para divulgar e tentar angariar fundos para esta organização privada que tem o trabalho nobre de levar todos os dias alguns sorrisos às crianças que estão hospitalizadas. Aquelas que em vez de andarem na rua, a brincarem com os amigos, a correrem, a andar de bicicleta ou nadarem como nós, têm que estar internadas a fazerem exames, a tomar comprimidos e a saltar de consulta em consulta.
Mas não estou só nesta cruzada: Nuno, Clara, Ricardo e Cláudia já alinharam também.
Como diz um blog amigo "Vamos lá então" - Triatlo de Alpiarça - Corrida do Benfica (Início da parceria Operação Nariz Vermelho) - Triatlo da Quarteira - Half Ironmam de Lisboa (Parceria Operação Nariz Vermelho)
Se ainda não conhecem o trabalho desta organização, cliquem aqui.
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